O enfermeiro acredita na capacidade de superação dos indivíduos frente as desavenças da vida, mesmo porque, existem evidências científicas que mostram a contribuição da saúde para a qualidade de vida das populações.

21
Set 09

 

Algumas recomendações da ARSLVT (video).

 

 

Enf. Jorge Franco

A oportunidade e a necessidade do ser humano em conhecer lugares diferentes, os compromissos inesperados e urgentes, o trabalho, as viagens de estudo/pesquisa, visitas a familiares e amigos, entre outros muitos motivos levam com que milhares de pessoas se desloquem diária e rapidamente a várias partes deste planeta. O mundo parece que encolhe frente a capacidade de mobilidade das pessoas que é uma característica marcante da sociedade moderna. Contudo, observa-se que devido ao excesso de confiança ou por falta de conhecimento, muitas pessoas tendem observar somente as coisas boas e agradáveis que sonham vivenciar e realizar e esquecem ou descartam os possíveis riscos que podem estar associados.

Os países anfitriões costumam se preparar para receber os seus visitantes da melhor maneira possível e seguem diversas recomendações internacionais de acolhimento e segurança. Todavia, cada destino é marcado por oportunidades e vulnerabilidades o que exige de todos muita atenção e sobretudo prevenção. Estudar previamente o local para onde se quer ir, acredita-se ser uma maneira eficaz de evitar riscos e surpresas desnecessárias. Saber um pouco da cultura local (hábitos/costumes), alimentação e as condições higiénicas, o tipo de alojamento, a temperatura, humidade e o nível de poluição, as doenças mais comuns (endémicas/epidémicas), a qualidade dos serviços de saúde são alguns pontos de extrema importância para qualquer viajante. Muitas agências de viajem fornecem informações nessa matéria, porém, estas tornam-se, muitas vezes, insuficientes devido a sua complexidade. A OMS (1) destaca alguns factores importantes que podem não só determinar a probabilidade de exposição a muitos agentes infecciosos, como também influenciar sobre a necessidade ou não da realização de uma consulta em uma unidade especializada (consulta do viajante): destino da viajem, a sua finalidade e duração, a época escolhida, a conduta e o estilo do viajante.

Todos sabemos que a humanidade tem o seu passado marcado por diversas epidemias que assolaram diferentes países e dizimaram suas populações como é o caso das Pestes (Atenas, Siracusa, Antonina, Negra), Cólera, Varíola, entre outras (2). Mais recentemente observamos episódios de doenças emergentes como é o caso tuberculose resistente, infecções bacterianas agudas, infecções de veiculação hídrica, salmoneloses, entre outras para não falar das infecções víricas que continuam sendo um desafio para a comunidade científica mundial.

Como base nesse passado podemos afirmar que todos temos a responsabilidade de garantir não só à nossa saúde como também a de todos à nossa volta. A OMS (1) cita as responsabilidades de todo o viajante: 

  1. Reconhecer e aceitar os riscos.
  2. Buscar aconselhamento de saúde antecipadamente preferencialmente 4 a 8 semanas antes de viajar.
  3. Receber as vacinas recomendadas e obter informações sobre medidas sanitárias.
  4. Fazer atempadamente um planeamento cuidadoso.
  5. Providenciar caso necessário um boletim médico.
  6. Fazer um seguro saúde viajem se possível.
  7. Ser responsável pela saúde e bem-estar de crianças que acompanham.
  8.  Adoptar medidas de precaução para evitar transmitir qualquer doença infecciosa a outras pessoas durante e depois da viajem.
  9. Informar as autoridades de saúde sobre qualquer doença no regresso.
  10. Mostrar respeito pelo país anfitrião e a sua população.   

Muitas pessoas apresentam doenças pré existentes, normalmente crónicas, que requerem controlo permanente. Recomenda-se que estas pessoas procurarem ajuda para uma avaliação cuidadosa de seu estado de saúde e que solicitem o fornecimento de medicamentos em quantidade suficiente até o seu retorno. É bom lembrar, a importância de levar por escrito informações que evidenciem a patologia, o medicamento e a dose que normalmente consome e recomendações em caso de urgência. A OMS (1) cita algumas doenças, não excluindo outras, nas quais todas as pessoas devem procurar aconselhamento médico antes de viajar:

- Doenças cardiovasculares

- Hepatite crónica

- Doenças intestinais inflamatórias crónicas

- Doenças renais crónicas que requerem diálise

- Doenças respiratórias crónicas

- Diabetes Mellitus

- Epilepsia

- Anemia severa

- Transtornos mentais graves

Algumas vacinas são obrigatórias em alguns países e recomendáveis em outros. Países onde os riscos são significativos torna-se necessário obter um boletim médico onde conste, para além das orientações, as vacinas que foram administradas. A vacinação apesar de ser um procedimento eficaz, não garante protecção contra todos os riscos, mesmo porque, existem doenças nas quais ainda não existe protecção específica, o que reforça a permanente necessidade de medidas de precaução. Segundo a OMS (1) não existe um calendário único de imunização para todos os viajantes. Cada calendário deve ser personalizado e adaptado observando as imunizações anteriores, as características específicas da viajem e o contexto individual. Alerta para que todas as pessoas que apresentem no regresso febre, diarreia persistente, vómitos, transtornos urinários, problemas dermatológicos que procurem imediatamente uma unidade de saúde. Para os portadores de doenças crónicas, citadas anteriormente, esta visita torna-se obrigatória.

Em 2008 a OMS (1;8) disponibilizou uma relação de vacinas: 1) de uso comum na maioria dos países (especialmente em crianças); 2) de uso selectivo para os viajantes (aconselháveis para quem vai viajar para países endémicos) e 3) aquelas que são obrigatórias para a entrada nalguns países:

1)    Uso comum:

Difteria; tétano; Tosse convulsa; Gripe; Haemophilus influenzae B; Hepatite B; Papilomavirus Humano; Anti-Pneumocócica; Poliomielite; Rotavirus; Sarampo; Papeira; Rubéola; Tuberculose; Varicela.

2)    Uso selectivo para Viajantes:

Cólera

Actualmente não é exigida como condição de entrada em nenhum país. Contudo, os viajantes de alto risco como trabalhadores de ajuda humanitária entre outros devem receber a vacina ao se dirigirem para regiões endémicas.

Tipo: inactivada; Dose: duas, com intervalo de uma semana; Contra indicação: hipersensibilidade; Reacções adversas: transtornos digestivos leves ocasionais; Administração: três semanas antes da partida

Encefalite Japonesa

Principal causa de encefalite vírica na Ásia. Sua incidência tem aumentado em países como Bangladesh, Índia, Nepal, Paquistão, norte de Tailândia e Vietname. Diminuído no Japão e na península Coreana e em algumas regiões da China.

Tipo: inactivada; Dose: duas, com intervalo de quatro semanas; Contra indicação: hipersensibilidade; Reacções adversas: pode ocorrer reacção cutânea ou sistémica leve e ocasionalmente reacção grave com urticária generalizada, hipotensão e colapso; Administração: no mínimo duas doses antes da partida.

Meningocócica

 Actualmente a Arábia Saudita exige a vacina tetravalente (A, C,Y,W-135) as pessoas que visitam Meca anualmente (Hajj) ou em qualquer período (Umrah).

Tipo: Inactivada; Dose: única; Duração da protecção: 3 a 5 anos; Contra indicação: reacção grave a dose anterior; Reacções adversas: reacções locais leves e nalguns casos febre ligeira; Indicação: 2 semanas antes da partida. Observações: obrigatória para os viajantes de Hajj. A vacina não protege crianças menores de 2 anos de idade.  

Encefalite por carraças (carrapatos)

 Só é recomendada para viajantes de alto risco como aqueles que viajam para zonas infestadas.

Tipo: inactiva; Dose: duas, com 4 a 12 semanas de intervalo e reforço 9 a 12 meses após a última dose; Contra indicação: Hipersensibilidade; Reacções adversas: locais e raramente febre; Administração: segunda dose duas semanas antes da partida.

Hepatite A

Viajantes que partem para zonas de risco moderado a alto e aquelas com alto risco de contrair a doença.

Tipo: Inactivada; Dose: duas, com intervalo de 6 a 24 meses; Contra indicação: hipersensibilidade a dose anterior; Reacção adversa: local ou sistémica leve.

Anti-Rábica

Viajantes que se dirigem para zonas de alto risco. Segundo a OMS calcula-se que 13% dos viajantes do Sudeste Asiático entram em contacto com animais locais.

Tipo: vacina moderna (em cultivo celular ou ovos embrionários); Doses: três; Reacções adversas: pequena reacção local ou sistémica.

Febre Tifóide

Risco elevado especialmente no subcontinente Indiano.

Tipo: Ty21a (oral) e Vi CPS (injectável); Dose: Uma de Vi CPS ou Três a quatro de Ty21a viva, com intervalo de 2 dias e reforço a cada 2 a 3 anos; Contra indicações: Uso de Proguanil, mefloquina e antibióticos 3 dias antes ou depois de começar a administração de Ty21a. Reacções adversas: nenhuma significativa. Indicação: 1 semanas antes da partida. Observações: A Vi CPS não é recomendada para crianças menores de 2 anos de idade.

3)    Obrigatória:

Febre-amarela

Muitos países exigem o Certificado Internacional de Vacinação contra a Febre-amarela na travessia de suas fronteiras aos viajantes procedentes de países com risco de transmissão e em alguns casos até mesmo a todos os viajantes. Existem situações em que o trânsito interno (visitas a zonas endémicas) é recomendada a vacinação a qualquer pessoa independente de ser turista ou não. A validade do certificado Internacional inicia após o 10º dia da vacinação e tem duração de 10 anos. Os países de língua oficial portuguesa exigem a vacinação contra a febre-amarela aos visitantes procedentes de zonas de risco. Em Portugal, segundo a OMS, este requisito só se aplica as pessoas que visitam os Açores e a Madeira.

Tipo: Vírus vivos; Dose: única, com reforço a cada 10 anos; Contra indicação: Hipersensibilidade a dose anterior, alergia a proteína do ovo, indivíduos imunodeprimidos; Reacções adversas: raramente encefalite e problemas hepáticos; Observação: não administrar em crianças menores de 9 meses de idade.

Os países que actualmente exigem a todos os visitantes a vacina contra a Febre-amarela na passagem de suas fronteiras são: Angola, Benim, Burkina Faso, Burundi, Camarões, Congo, Costa do Marfim, Gabão, Gana, Guiana Francesa, Libéria, Mali, Niger, República Centro Africana, República Democrática do Congo, Ruanda, São Tomé e Príncipe, Serra Leoa e Togo.    

É importante que se diga que para além desses países mencionados acima, existem outros onde o risco de transmissão é evidente em algumas áreas, apesar de não ser exigido a vacinação como condição de entrada: Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Etiópia, Gâmbia, Guiné Equatorial, Guiné-Bissau, Quénia, Mauritânia, Panamá, Paraguai, Peru, Senegal, Somália, Sudão, Suriname, Tanzânia, Trinidad e Tobago, Uganda, Venezuela.   

Também é bom lembrar que para além destas doenças mencionadas existem muitas outras que infelizmente não existem vacinas para protecção. Estas podem ser transmitidas através dos alimentos, água insalubre, picada de insectos, contacto ou mordedura de animais, ar e solo contaminado, contacto com sangue infectado e através das relações sexuais inseguras. Algumas são conhecidas, outras nem tanto, o que faz com que todas as pessoas tenham que ter obrigatoriamente alguns cuidados. A OMS destaca algumas doenças que não existem vacinas específicas para protecção ou que estas encontram-se indisponíveis na maioria dos países: Dengue – Leptopisrose – Paludismo - Diarreia do viajante - Doença de Lyme (Borrelia burgdorferi) – Burcelose - Carbúnculo (Bacilo anthracis) - Chikungunya (vírus chikungunya) – Hantavírus - Esquistosomose (schistosoma mansoni, japonicum, haematobium) - Febres Hemorrágicas – Filariose – Giardíase - Hepatite C - Hepatite E - Legionolese (legionella) - Listeriose (listeria monocytogenes) – VIH entre outras.  

Como vimos, a OMS segue vigiando a evolução das doenças infecciosas, alertando, compartilhando conhecimentos técnicos e articulando respostas necessárias com o intuito de proteger as populações. Em 2005 finalizou o novo Regulamento Sanitário Internacional (RSI) (3;7) que entrou em vigor em Junho de 2007. Este mais abrangente e eficaz acompanha melhor a evolução de todas as enfermidades e os factores que determinam a sua aparição e transmissão a nível mundial. Traz algumas novidades em relação ao RSI de 1969: a obrigatoriedade dos estados em notificar rapidamente a OMS qualquer emergência de Saúde Pública de importância internacional como: eventos de grande repercussão que exigem uma acção imediata; surtos de doença que tenham potencial epidémico independente de natureza, origem ou fonte; eventos incomuns ou imprevistos ou com elevada morbidade e mortalidade; eventos que possam causar restrições ao comércio ou tráfego de pessoas. O novo RSI refere também a obrigação dos estados em instalar um mínimo de capacidades básicas para detecção, avaliação e notificação de riscos em matérias de saúde pública; a autorização, pela OMS, do uso de outras fontes de informação, além das notificações oficiais dos países; melhor vigilância e controlo sanitário bem como melhoria de medidas aplicadas em portos, aeroportos e pontos fronteiriços; recomendação de medidas de saúde pública para o manejo de emergências internacionais. O Regulamento institui um comité de emergências para avaliar os evento e formular, modificar ou prorrogar recomendações rapidamente. Apresenta um comité de revisão, que presta assessoria na formulação de recomendações sobre emendas ao Regulamento e modificações de recomendações permanentes.

A OMS (4) estabelece sete estratégias de trabalho para orientar a aplicação do Regulamento Sanitário Internacional 2005:

1ª - Impulsionar as alianças mundiais que inclui ela própria, os países membros e todos os sectores pertinentes como a saúde, agricultura, transporte, comércio, educação e defesa.

2ª – Fortalecer os sistemas nacionais de vigilância, prevenção e controle.

3ª – Fortalecer a segurança sanitária global dos viajantes e transportes.

4ª – Fortalecer os sistemas mundiais de alerta e resposta da OMS.

5ª – Fortalecer a gestão de riscos específicos.

6ª – Proteger os direitos, obrigações e procedimentos.

7ª – Realizar estudos e vigiar e acompanhar os progressos realizados.

Actualmente o mundo vem sendo muito castigado pela Gripe A, tendo a OMS e parceiros respondido em ritmo acelerado e de forma eficaz. A própria agência coloca que o mundo está melhor preparado para enfrentar o desafio e que é imprescindível continuar aplicando as medidas necessárias no que tange a vigilância, diagnóstico, tratamento precoce e controle da infecção. Alerta para a possibilidade da pandemia vir afectar mais os países pobres, podendo originar elevadas taxas de mortalidade, o que mostra que a evolução da doença vem sendo seguida em tempo real (5).

Frente a tudo que foi referido, não é difícil de imaginar que o papel do enfermeiro neste contexto prende-se a prevenção e ao fortalecimento de comportamentos positivos de saúde que garantam o bem-estar dos indivíduos onde quer que estejam.

O enfermeiro observa com muita atenção as solicitações e recomendações da OMS. No terreno tem procurado orientar as famílias que pretendem viajar para as regiões consideradas de risco, referenciando-as as unidades especializadas (consulta do viajante). No que toca as pessoas portadoras de doenças crónicas que regressam do estrangeiro, estas tem sido avaliadas e encaminhadas de imediato aos seus médicos assistentes consoante as necessidades. Contudo, observa-se que muitos indivíduos/famílias não procuram a consulta do viajante, talvez pela não obrigatoriedade da apresentação de Certificado Internacional de Vacinação para a entrada em muitos países. Todavia, como já foi referido, muitos destinos escondem riscos potenciais, o que gera a urgência de programas educativos de proximidade que reforcem medidas de precaução e protecção tanto para as pessoas que se dirigem para países onde é obrigatória imunização específica, como para muitos outros. Acredita-se que a “saúde do viajante” deva ser uma matéria de domínio de todos os enfermeiros que actuam nas comunidades, principalmente aos que se especializam em Enfermagem Comunitária.

Ao pesquisar diversos sites que mencionam Cursos de Especialização em Saúde Comunitária, constatou-se que alguns não referem em seus planos de estudo uma cadeira específica nesta área. Acredita-se que a inclusão e o aprofundamento dessa temática contribua para que os enfermeiros possam melhor intervir de modo a minimizar os riscos e a importações de doenças, entendendo risco como o simples desconhecimento dos indivíduos. A Ordem dos Enfermeiros (6) é clara quando diz “os enfermeiros encontram-se numa posição única para identificar factores de risco, providenciar informação acerca do modo mais apropriado de gestão desses mesmos riscos e da divulgação dos benefícios da adopção de estilos de vida saudáveis e evitação de comportamentos de risco”.

Para finalizar, o alastramento vigoroso do vírus da gripe A, mostra a vulnerabilidade humana e põe em teste a nossa resistência e capacidade em ultrapassar obstáculos que muitas vezes são consequências da própria acção do homem. A devastação das florestas e a invasão do meio natural dos agentes; práticas de agricultura perversas ao ambiente; a concentração de “riquezas” que deslumbra o homem pouco informado e gera área urbanas super povoadas e bolsas de pobreza e doenças; a poluição atmosférica; as alterações climáticas; mudanças constantes de hábitos de vida e comportamentos, que facilitam a resistência dos microrganismos e dificulta o seu combate; o transporte irresponsável que facilita o rápido deslocamento de agentes e vectores causadores de doenças e o seu aparecimento em lugares nunca vistos são factores, entre muitos, que incomodam os mais conscientes. A contribuição do enfermeiro estende-se para além do tratamento das sequelas daí resultantes, pois tem em suas bases técnico-científicas instrumentos de mobilização e prevenção. Devido a abrangência e importância das questões relacionadas e a capacidade irrefreável de mobilidade das pessoas, torna-se imprescindível a intervenção fundamentada deste profissional, mesmo porque, questões que envolvem a educação/prevenção/protecção da saúde são de sua responsabilidade.

        

Bibliografia

 

1 - Organização Mundial de Saúde - Viajes Internacionales y Salud : situación en 1 de enero de 2008. Versão em espanhol. Disponível:

http://whqlibdoc.who.int/publications/2008/9789241580403_spa.pdf

2 - Rezende, Joffre. M - As Grandes Epidemias da História. Disponível: www4.ensp.fiocruz.br/biblioteca/dados/txt_908756715.ppt 

3 – Organização Mundial de Saúde – Reglamento Sanitário Internacional 2005. Segunda Edición. Versão em espanhol. Disponível: http://www.who.int/ihr/es/index.html  

4 - Organização Mundial de Saúde - Áreas de trabajo para su aplicación

http://www.who.int/ihr/AreasofworkES.pdf

5 - Organização Mundial de Saúde - Declaración de la Directora General de la OMS Gripe por A (H1N1). Abril de 2009. Disponível: http://www.who.int/mediacentre/news/statements/2009/h1n1_20090429/es/index.html.

6 - Ordem dos Enfermeiros – Servir a Comunidade e Garantir Qualidade. Disponível:

http://www.ordemenfermeiros.pt/index.php?page=103&news=978&version=4

7 - Organização Pan-Americana da Saúde - Regulamento Sanitário Internacional – Informações básicas para órgãos normativos e Unidades Federadas. Disponível:

http://pfdc.pgr.mpf.gov.br/grupos-de-trabalho/saude/docs_publicacao/rsi_cartilha_opas.pdf

8 - Organização Mundial de Saúde – Estadísticas Sanitarias Mundiales 2009. Versão em espanhol. Disponível:

http://www.who.int/whosis/whostat/ES_WHS09_Full.pdf

9 - Organização Mundial de Saúde - Guía de la Organización Mundial de la Salud para planificar la comunicación en caso de brotes epidémicos. Edición del 2008. Versão em espanhol. Disponível: http://whqlibdoc.who.int/publications/2009/9789243597447_spa.pdf

10- Jornal Oficial da União Europeia - DECISÃO DA COMISSÃO de 28 de Abril de 2008. Disponível: http://eur-lex.europa.eu/LexUriServ/LexUriServ.do?uri=OJ:L:2008:120:0015:0016:PT:PDF

11- Direcção Geral de Saúde - Programa Nacional de Vacinação 2006. Orientações Técnicas. Circular Normativa Nº 08/DT de 21/12/05. Disponível:

http://www.acs.min-saude.pt/wp-content/uploads/2007/12/vacinacaocircularnormativaorientacoestecnicas10.pdf

 


Que bom que gostou do enfermagem e bobagem. Vir fazr uma visitinha. Adorei o artigo. Já te adicionei aos meus favoritos. Se vc permitir posso colocar um link na minha página.
Um abraço,

Geisa
Geisa a 23 de Setembro de 2009 às 01:46

Gostei muito!
Essa temática deveria ser explorada em todos os cursos.
Parabéns.
Um abraço
Joana
Joana Patrícia a 23 de Setembro de 2009 às 09:14

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ldvkblqin a 12 de Setembro de 2011 às 06:42

Não gostou da tradução?
Fique esperta(o). Estás na Enfermagem Aberta
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